Irma atinge o Caribe, provoca destruição e já tem 4 mortes confirmadas.

Furacão irma atinge Caribe e deixa danos materiais ‘importantes’. Governo francês confirma duas mortes em seus territórios.




Movimentação do Furacão Irma. Animacão: (Foto: Arte/TV Globo)

O furacão Irma tocou o solo das ilhas caribenhas de St. Barth e St. Martin, após ter passado por Barbuda, nesta quarta-feira. Os moradores começaram a deixar suas casas para se proteger das fortes chuvas e ventos, além de estocar água, comida e gás. No entanto, autoridades estão preocupadas porque milhares de pessoas se negam a buscar refúgio, mesmo frente à ameaça do furacão mais poderoso já registrado no Oceano Atlântico. Os ventos chegam a 297 quilômetros por hora e teme-se que os efeitos sejam catastróficos.

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O Ministério do Interior francês avisou que os quatro edifícios “mais sólidos” de Saint Martinho (a parte Norte da ilha pertence à França e a parte Sul à Holanda) ficaram destruídos, diz a BBC News. Ao fim da tarde desta quarta-feira, o Presidente francês, Emmanuel Macron, veio dizer que prevê mortes e horas depois o Ministério do Ultramar francês confirmou a morte de pelo menos quatro pessoas, após a passagem do furacão pelas ilhas de São Martinho e de São Bartolomeu.

Veja as imagens da destruição de St.Martin no vídeo abaixo:

 

O Irma avança na categoria 5, o nível mais potente possível na escala Saffir-Simpsons, e pode provocar ondas gigantes. Segundo serviços de meteorologia, já há registro de movimentação violenta do mar e submersão nas zonas baixas do litoral nas ilhas caribenhas.

Quase 7 mil pessoas se recusam a seguir para abrigos nas duas ilhas em alerta máximo: St. Barth, território francês de ultramar, e St. Martin, ilha dividida em uma parte francesa e outra holandesa.

— A principal preocupação que temos é que o furacão afetará espaços muito densos de população, espaços nos quais as residências são, infelizmente, precárias e onde as pessoas se recusam no momento a buscar proteção em quantidade suficiente — declarou a ministra de Ultramar, Annick Girardin. — A situação é preocupante porque temos fenômenos que conhecemos pouco em sua intensidade nesta parte do Caribe. Se há uma mensagem que ainda podemos divulgar é que todos se protejam ao máximo e escutem os conselhos e determinações.

Por O Globo



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