Aos 22 anos, Alison González, nascida na Cidade do México, percorreu centenas de quilômetros de rodovias nos Estados Unidos com uma clara mensagem: “que todos tenham a oportunidade de viver”, desde a concepção




Em diálogo com o Grupo ACI, a jovem mexicana explicou que, durante o percurso, “vai visitando diferentes estados, diferentes cidades”.

“A mensagem que passamos nas rodovias é muito clara, porque vestimos uma camisa amarela com as palavras ‘pro-life’, pró-vida”, disse Alison.

“As comidas são básicas, muito simples”, assinalou e indicou que nesta época do ano “toda a parte sul dos Estados Unidos é quente, são temperaturas muito altas, chegamos a andar sob 40 graus”.

Entretanto, isso não diminui o ânimo dos participantes neste peregrinação em defesa da vida e rechaço ao aborto.

LEIA TAMBÉM: Mais de 80% dos americanos quer mais controle sobre armas

João Paulo II foi o inspirador da iniciativa católica Crossroads, surgida nos Estados Unidos.




“São pequenas renúncias, pequenos sacrifícios que fazemos, e eu tive a oportunidade de me unir, por uma causa muito concreta, que neste caso é a causa pró-vida, pelos bebês não nascidos”, disse.

Alison se juntou a CrossRoads esse ano, uma inciativa católica surgida nos Estados Unidos, inspirada por São João Paulo II. Este projeto considera sua missão promover a cultura da vida e “defender o direito à vida das crianças por nascer”.

Alison conheceu a CrossRoads através da associação civil mexicana Pasos por la Vida – que organiza a Marcha pela Vida na Cidade do México –, com a qual trabalha há quase 4 anos.

“A ideia de Cross Roads é fazer um pouco de penitência e sacrifício, através da renúncia a certas comodidades, como a própria cama, porque vivemos em uma casa móvel, onde oito pessoas se acomodam como podem”, disse.

LEIA TAMBÉM: Ioga com cabras é a última moda nos Estados Unidos

Nos fins de semana, assinalou, “fazemos oração do lado de fora de clínicas abortivas, como Planned Parenthood e outras que são como clínicas públicas”. Nesses locais, rezam o terço mariano e o da Divina Misericórdia, explicou.

Embora “caminhar por rodovias não seja algo simples” e “carregamos um risco de nossa parte”, para Alison, “o reflexo desses atos é que defender uma vida vale tudo”.

A jovem mexicana assinalou que junto com os que percorrem a rodovia, “vão um motorhome e uma van” e a equipe “se divide em duas” para caminhar.



VIDA EUA: Estupro e Pedofilia, como se lida com isso nos Estados Unidos

VIDA EUA: 12 frases que jovens atletas precisam ouvir de seus pais